Endomarketing: Uma urgência para as organizações Religiosas

Endomarketing: Uma urgência para as organizações Religiosas

Endomarketing: Uma urgência para as organizações Religiosas

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A administração eclesiástica mesmo em tempos de avanço do conhecimento como os que temos atravessado para muitas instituições ainda é algo totalmente encarado de forma míope, acredita-se que as coisas se acertem por meio da espiritualidade e pouco se organiza, embora verdadeiramente seja necessário evitar que se enxergue as coisas apenas com espiritualidade, também não se pode atribuir a administração somente a meios específicos de teorias e ciência, procura-se urgentemente o equilíbrio.

A  busca por eficiência  é percebida em todos os setores das igrejas mas como alcança-la? Embora se disponha de mais recursos que em outras épocas, é questionável  o teor da mensagem que se prega, a identidade embutida  em seus membros, a capacidade de fazer discípulos, a formação de sucessores.  Algo que pode ser observado é a dependência da organização em relação aos seus recursos humanos, pessoas sempre serão o recurso mais importante para que uma organização obtenha sucesso em seus intentos, uma instituição que não valoriza as pessoas está fadada ao fracasso.

O endomarketing quando falamos de administração é um marketing  em que a organização volta os seus esforços para o público interno, quando aplicado corretamente  é ferramenta poderosa para diminuição da rotatividade, motivação dos funcionários, um agradável clima organizacional. Será que esse é um tema tão inútil que não possa ser aderido nas pautas da administração religiosa? Paulo exorta aos que receberam a incumbência de administrar que o façam com cuidado (Rm 12), pensando assim cada detalhe precisa ser observado para que se alcance resultados plausíveis.

A igreja na verdade não é apenas uma organização, na verdade igreja são as pessoas e não o contrário, a organização existe para servir ao corpo de cristo, o que precisa ser entendido hoje é que nunca se ocupará o espaço desejado, o crescimento ou qualquer outra coisa se o foco da administração não for as pessoas, precisa de pastores para apascentar as almas, não de funcionários de uma organização eclesiástica, precisa-se de líderes capazes de motivar, as pessoas são mais importantes do que o dinheiro ou até mesmo do que a estrutura, é necessário olhar para dentro em busca de mais do que receitas financeiras e salários, o próprio cristo em seu caráter nunca deixou de dar atenção as pessoas, tinha tempo para o rico e o pobre, o limpo e o imundo, o justo e o pecador, cabe a nós seguirmos suas pegadas para não perder os seus valores nem alvos de vista.

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